quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Dimensão Experimental em fase de reformulação.

Comunicamos oficialmente que Mozart Dutra não faz mais parte do grupo Dimensão Experimental desde 14 de maio deste ano, permanecendo os integrantes fundadores Alvaro Sabóia e Klaus Farina.

Cine Errante com Quadrophenia na estréia dás Quartas Culturais do Monchito Bar


Hoje, 29/08/2018, às 19h, vai estrear as Quartas Culturais do Monchito Bar, rua Felipe Camarão, 268, com o projeto Cine Errante. Será exibido o filme Quadrophenia, inspirado na obra homônima do grupo The Who. O Cine Errante faz parte das Quartas Culturais do Monchito Bar e os filmes serão exibidos sempre na última quarta-feira de cada mês. Lembrando que das 19 às 21h tem chope duplo. Entrada franca.

O grupo Dimensão Experimental é apoiador deste projeto.

quarta-feira, 9 de maio de 2018

Cine Clube de Cultura - Ciclo 1968 - Amanhã dia 10/05/2018


CINE CLUBE DE CULTURA - CICLO 1968
No mês em que se comemora os 50 anos da revolta estudantil de Paris, que se espalhou por vários países do mundo, inclusive no Brasil, o Cine Clube de Cultura apresenta uma programação especial com cinco filmes abordando alguns dos principais momentos referentes aos anos 1960, no Brasil e no mundo: o inconformismo contra um sistema opressor; a primavera de Praga; a Guerra do Vietnam; a contra-cultura; e as repercussões da rebelião da juventude do mundo no Brasil, culminando com o famigerado AI 5.
Confira a programação e participe.
A entrada é franca.

03 de maio
Se.... , de Lindsay Anderson (1968 - 1h 52m)

10 de maio
Corações e mentes, de Peter Davis (1974 – 1h52)

17 de maio
Pássaros, Órfãos e Tolos, de Juraj Jakubisko (1969 – 77min)

24 de maio
Futuro do Pretérito - Tropicalismo Now!, de Francisco Cesar Filho e Ninho Moraes (documentário, 2012 – 1h11)

31 de maio
Calabouço, de Carlos Pronzato (2014 - 57min) e Ou Ficar a Pátria Livre ou Morrer Pelo Brasil, de Silvio Tendler (2007 – 53min)

CORAÇÕES E MENTES - Sinopse


Os Estados Unidos ainda não haviam desistido oficialmente da Guerra do Vietnã quando o documentário Corações e Mentes foi produzido, em 1974. O resultado devastador dos combates estava recente para americanos e vietnamitas quando imagens colhidas para o filme invadiram as telas de cinema no ano seguinte, causando diferentes reações no público da época. Para alguns, maior ainda foi o espanto quando o longa arrebatou o Oscar em sua categoria naquele ano.



Produzido durante um ano, o longa dá espaço aos vietnamitas, mostra algumas práticas de seus inimigos e, muitas vezes, revela cenas de situações de dor e sofrimento para combatentes e sobreviventes. Assim que ficou pronto, o documentário ficou mais um ano (até 1975) esperando para ser lançado, pois sua distribuidora temia represálias. O filme não ignora também as conseqüências desastrosas deixadas pela guerra no país.




Realização:
Clube de Cultura
Local: Ramiro Barcelos, 1853
Horário: 19h30


Apoio:
E o Vídeo Levou
Grupo Dimensão Experimental

quarta-feira, 2 de maio de 2018

Cine Clube de Cultura - Ciclo 1968 - Começa amanhã, nesta quinta-feira dia 3 de maio de 2018


CINE CLUBE DE CULTURA - CICLO 1968
No mês em que se comemora os 50 anos da revolta estudantil de Paris, que se espalhou por vários países do mundo, inclusive no Brasil, o Cine Clube de Cultura apresenta uma programação especial com cinco filmes abordando alguns dos principais momentos referentes aos anos 1960, no Brasil e no mundo: o inconformismo contra um sistema opressor; a primavera de Praga; a Guerra do Vietnam; a contra-cultura; e as repercussões da rebelião da juventude do mundo no Brasil, culminando com o famigerado AI 5.
Confira a programação e participe.
A entrada é franca.

03 de maio
Se.... , de Lindsay Anderson (1968 - 1h 52m)

10 de maio
Corações e mentes, de Peter Davis (1974 – 1h52)

17 de maio
Pássaros, Órfãos e Tolos, de Juraj Jakubisko (1969 – 77min)

24 de maio
Futuro do Pretérito - Tropicalismo Now!, de Francisco Cesar Filho e Ninho Moraes (documentário, 2012 – 1h11)

31 de maio
Calabouço, de Carlos Pronzato (2014 - 57min) e Ou Ficar a Pátria Livre ou Morrer Pelo Brasil, de Silvio Tendler (2007 – 53min)


If (Se....) , de Lindsay Anderson (1968 - 1h 52m)

História alegórica sobre um revolucionário líder estudantil. A rebelião, a insatisfação com o status quo, o sentimento de liberdade, a necessidade de novas conquistas. Obra-prima do cinema inglês, vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes expondo ao mundo o cinema autoral e rebelde de Lindsay Anderson.





Realização:
Clube de Cultura
Local: Ramiro Barcelos, 1853
Horário: 19h30


Apoio:
E o Vídeo Levou
Grupo Dimensão Experimental

quinta-feira, 26 de abril de 2018

Cine Clube de Cultura - Ciclo Indígena - Hoje Vale dos Esquecidos - Entrada Franca


No mês de abril, o Cine Clube de Cultura exibirá filmes com temática indígena.

Confira abaixo a programação e participe. A entrada é franca.

05/04 – Túpac Amaru, de Federico García Hurtado (Peru/Cuba, 1984, 1h32)
Inédito por não ter sido exibido em cinema comercial, este filme narra a vida de um dos maiores líderes do povo indígena inca, Túpac Amaru, pioneiro no movimento revolucionário da América, que lutou com todas as suas forças pela libertação de seu povo, no século XVIII. Ao lado de um grupo de guerrilha criado por ele mesmo, dirigiu uma longa batalha contra os conquistadores espanhóis, criando o movimento Tupamaro.
Idioma: Espanhol
Sem legenda

12/04 – Yndio do Brasil, de Sylvio Back (Brasil,1995, 1h10)
Um panorama da representação do índio brasileiro no cinema, desde a primeira vez em que foram retratados, em 1912. A partir da colagem de cenas, o filme critica preconceitos e estereótipos.

19/04 – Brava gente brasileira,de Lucia Murat (Brasil, 2000, 1h44)
Um grupo de soldados acompanha o cartógrafo Diogo, um recém-chegado que foi enviado pela Coroa Portuguesa para fazer um levantamento topográfico da região. No caminho do forte, eles descobrem um grupo de mulheres índias tomando banho em um rio.

26 – Vale dos esquecidos, de Maria Radun (Brasil, 2010, 1h12)
O documentário retrata o conflito que envolve índios, posseiros e grileiros em uma remota região do Mato Grosso. Também mostra o desejo intrínseco do ser humano pela posse da terra.

Realização: Clube de Cultura
Rua Ramiro Barcelos, 1853
Horário: 19h30
ENTRADA FRANCA
Apoio: E O Vídeo Levou e grupo Dimensão Experimental


VALE DOS ESQUECIDOS - 2010, 72 min.


Sinopse

Retrato do conflito por terras que acontece no Mato Grosso, com destaque para o caso da fazenda Suiá-Missu, que nos anos 70 ficou conhecida como o maior latifúndio do Brasil. Índios, posseiros, grileiros, fazendeiros e sem-terras brigam por pedaços de terras na Amazônia.

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Cine Clube de Cultura - Ciclo Indígena - Brava Gente Brasileira - Amanhã dia 19/04/2018


No mês de abril, o Cine Clube de Cultura exibirá filmes com temática indígena.

Confira abaixo a programação e participe. A entrada é franca.

05/04 – Túpac Amaru, de Federico García Hurtado (Peru/Cuba, 1984, 1h32)
Inédito por não ter sido exibido em cinema comercial, este filme narra a vida de um dos maiores líderes do povo indígena inca, Túpac Amaru, pioneiro no movimento revolucionário da América, que lutou com todas as suas forças pela libertação de seu povo, no século XVIII. Ao lado de um grupo de guerrilha criado por ele mesmo, dirigiu uma longa batalha contra os conquistadores espanhóis, criando o movimento Tupamaro.
Idioma: Espanhol
Sem legenda

12/04 – Yndio do Brasil, de Sylvio Back (Brasil,1995, 1h10)
Um panorama da representação do índio brasileiro no cinema, desde a primeira vez em que foram retratados, em 1912. A partir da colagem de cenas, o filme critica preconceitos e estereótipos.

19/04 – Brava gente brasileira,de Lucia Murat (Brasil, 2000, 1h44)
Um grupo de soldados acompanha o cartógrafo Diogo, um recém-chegado que foi enviado pela Coroa Portuguesa para fazer um levantamento topográfico da região. No caminho do forte, eles descobrem um grupo de mulheres índias tomando banho em um rio.

26 – Vale dos esquecidos, de Maria Radun (Brasil, 2010, 1h12)
O documentário retrata o conflito que envolve índios, posseiros e grileiros em uma remota região do Mato Grosso. Também mostra o desejo intrínseco do ser humano pela posse da terra.

Realização: Clube de Cultura
Rua Ramiro Barcelos, 1853
Horário: 19h30
ENTRADA FRANCA



Brava Gente Brasileira contou com um minucioso trabalho de pesquisa das culturas indígenas. Os “Kadiwéu” que aparecem na tela são os descendentes legítimos e diretos dos extintos Guaicurus e até hoje a tribo mantém as tradições de seus antepassados. Entre elas, as pinturas, retratadas no filme, e o domínio dos índios sobre os cavalos. Parte das filmagens foi realizada no Forte Coimbra original, na região de Corumbá, que se encontra ainda em razoável estado de conservação, e até o dialeto kadiwéu foi exaustivamente estudado por parte do elenco branco, para proporcionar maior realismo às cenas.
O personagem do garoto mestiço Januya foi de fato interpretado por um menino mestiço: Adeilson Silva, de 12 anos, filho de índia com um branco sulista. O personagem não existia no roteiro original, mas foi criado após a equipe ter tomado contato com o menino Adeilson, portador de um biotipo muito especial que combina os traços indígenas com os alemães.


O resultado é um filme forte, vigoroso, que marca um amplo amadurecimento fílmico da diretora, quando comparado aos seus trabalhos anteriores. Brava Gente Brasileira mostra cruamente o tripé formado pelos preconceitos, pela intolerância e por sua conseqüente violência. Exatamente o mesmo tripé que forjou e forja até hoje os caminhos da história do Brasil.


Apoio: E o Vídeo Levou e grupo Dimensão Experimental

quarta-feira, 11 de abril de 2018

Cine Clube de Cultura - Ciclo Indígena - Yndio do Brasil amnhã dia 12/04/2018



No mês de abril, o Cine Clube de Cultura exibirá filmes com temática indígena.

Confira abaixo a programação e participe. A entrada é franca.

05/04 – Túpac Amaru, de Federico García Hurtado (Peru/Cuba, 1984, 1h32)
Inédito por não ter sido exibido em cinema comercial, este filme narra a vida de um dos maiores líderes do povo indígena inca, Túpac Amaru, pioneiro no movimento revolucionário da América, que lutou com todas as suas forças pela libertação de seu povo, no século XVIII. Ao lado de um grupo de guerrilha criado por ele mesmo, dirigiu uma longa batalha contra os conquistadores espanhóis, criando o movimento Tupamaro.
Idioma: Espanhol
Sem legenda

12/04 – Yndio do Brasil, de Sylvio Back (Brasil,1995, 1h10)
Um panorama da representação do índio brasileiro no cinema, desde a primeira vez em que foram retratados, em 1912. A partir da colagem de cenas, o filme critica preconceitos e estereótipos.

19/04 – Brava gente brasileira,de Lucia Murat (Brasil, 2000, 1h44)
Um grupo de soldados acompanha o cartógrafo Diogo, um recém-chegado que foi enviado pela Coroa Portuguesa para fazer um levantamento topográfico da região. No caminho do forte, eles descobrem um grupo de mulheres índias tomando banho em um rio.

26 – Vale dos esquecidos, de Maria Radun (Brasil, 2010, 1h12)
O documentário retrata o conflito que envolve índios, posseiros e grileiros em uma remota região do Mato Grosso. Também mostra o desejo intrínseco do ser humano pela posse da terra.

Realização: Clube de Cultura
Rua Ramiro Barcelos, 1853
Horário: 19h30
ENTRADA FRANCA


YNDIO DO BRASIL

Colagem de dezenas de filmes nacionais e estrangeiros de ficção, cinejornais e documentários, revelando como o cinema vê e ouve o índio brasileiro desde quando foi filmado pela primeira vez, em 1912. São imagens surpreendentes, emolduradas por musicas temáticas e poemas, que transportam o espectador a um universo idílico e preconceituoso, religioso e militarizado, cruel e mágico, do índio Brasileiro.



Embora tenha como ponto de partida o tema-título, o diretor fez um ensaio poético utilizando várias cenas onde o índio é enfocado. Não há uma só cena filmada por Back. As imagens de arquvio vão se misturando sem preocupação cronológica ou temática com os poemas do autor lidos por José Mayer. Surge então um filme extremamente rico: significante (visual) e significado (áudio/roteiro) bem distanciados, dando ao espectador o sentido mais variado. De quebra, na tela, visões inacreditáveis: desde filmes mais esclarecidos (Como Era Gostoso o Meu Francês) aos mais inacreditáveis (de ficções científicas a telejornais da ditadura).


Apoio: E o Vídeo Levou e grupo Dimensão Experimental