segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Cine Clube de Cultura - Ciclo Outubro Vermelho - Encouraçado Potemkin - Quinta dia 19/10//2017 Entrada Franca.


Ciclo Outubro Vermelho

No ano do centenário da Revolução Russa, o Cine Clube de Cultura exibirá, no mês de outubro, três filmes do cineasta Sergei Eisenstein.

Sergei Mikhailovich Eisenstein (Riga, Letônia, 23 de janeiro de 1898 - Moscou, Rússia, 11 de fevereiro de 1948) foi um professor, pensador, diretor, roteirista e editor russo. Um dos nomes fundamentais na consolidação da linguagem das imagens em movimento, sua obra é até hoje objeto de estudo para todo o admirador e profissional da sétima arte.

Quando jovem, Eisenstein frequentou uma escola estatal de ciências, de forma a preparar-se para a escola de engenharia, seguindo os passos do seu pai. Encontrou tempo, no entanto, para ampliar seu conhecimento lendo várias obras em russo, alemão, inglês e francês, bem como compondo desenhos animados e atuando num grupo de teatro infantil que ele mesmo fundou.



Em 1915, mudou-se para Petrogrado para continuar seus estudos no Instituto de Engenharia Civil, onde seu pai também havia se formado. Por conta própria, ele também estudou arte renascentista e assistiu a produções de vanguarda do teatro de Vsevolod Meyerhold e Nikolai Yevreinov.

O primeiro filme de Eisenstein, o revolucionário "A Greve", foi produzido em 1924, mostrando que arte e política podiam andar juntas. No longa, ele propõe uma nova forma de edição, a "montagem de atrações", em que as imagens são escolhidas arbitrariamente e independente da ação, apresentadas não em seqüência cronológica, mas de qualquer maneira para extrair o máximo de impacto psicológico.



No ano seguinte, com apenas 27 anos, dirige aquele que provavelmente é sua grande obra-prima, "O Encouraçado Potemkin”, filme dos mais importantes da história do cinema. Filmado em apenas dois meses e montado com extraordinário apuro técnico.

Logo depois faz “Outubro”, um filme produzido para as comemorações do décimo aniversário da Revolução de Outubro de 1917, mas lançado apenas em 1928, em virtude de todas as cenas que incluíam a personagem Leon Trotsky, um dos líderes da revolta, terem sido cortadas. Na re-edição do filme as cenas cortadas foram reintroduzidas.



Com o sucesso de seus três filmes russos, Eisenstein é convidado pela MGM para trabalhar nos Estados Unidos, onde não se adaptou ao estilo industrial de Hollywood. Resolve então voltar à União Soviética, e é encarregado de filmar Alexander Nevsky, num momento em que os nazistas iniciavam seu projeto de guerra. O filme torna-se mais um clássico do diretor russo, que vai logo depois conceber uma trilogia sobre Ivã IV, "o Terrível". Antes de iniciar a terceira sequência, morre de ataque cardíaco

Fonte: infoescola



Confira a programação e participe.
A entrada é franca.

05 de outubro, às 19h30 – A Greve (1924)

19 de outubro, às 19h30 – Encouraçado Potemkin (1925)

26 de outubro, às 19h30 – Outubro ( 1928)

Local: Clube de Cultura, rua Ramiro Barcelos, 1853.

Apoio:
E o Vídeo Levou

O Grupo Dimensão Experimental é apoiador desse evento do Clube de Cultura.



ENCOURAÇADO POTEMKIM SINOPSE E DETALHES

Em 1905, na Rússia czarista, aconteceu um levante que pressagiou a Revolução de 1917. Tudo começou no navio de guerra Potemkin quando os marinheiros estavam cansados de serem maltratados, sendo que até carne estragada lhes era dada com o médico de bordo insistindo que ela era perfeitamente comestível. Alguns marinheiros se recusam em comer esta carne, então os oficiais do navio ordenam a execução deles. A tensão aumenta e, gradativamente, a situação sai cada vez mais do controle. Logo depois dos gatilhos serem apertados Vakulinchuk (Aleksandr Antonov), um marinheiro, grita para os soldados e pede para eles pensarem e decidirem se estão com os oficiais ou com os marinheiros. Os soldados hesitam e então abaixam suas armas. Louco de ódio, um oficial tenta agarrar um dos rifles e provoca uma revolta no navio, na qual o marinheiro é morto. Mas isto seria apenas o início de uma grande tragédia.

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Cine Clube de Cultura - Ciclo Outubro Vermelho - A Greve de Sergei Eisenstein 1925 - Nesta quinta dia 05/10/2017 ás 19h30min. entrada franca


Ciclo Outubro Vermelho

No ano do centenário da Revolução Russa, o Cine Clube de Cultura exibirá, no mês de outubro, três filmes do cineasta Sergei Eisenstein.

Sergei Mikhailovich Eisenstein (Riga, Letônia, 23 de janeiro de 1898 - Moscou, Rússia, 11 de fevereiro de 1948) foi um professor, pensador, diretor, roteirista e editor russo. Um dos nomes fundamentais na consolidação da linguagem das imagens em movimento, sua obra é até hoje objeto de estudo para todo o admirador e profissional da sétima arte.

Quando jovem, Eisenstein frequentou uma escola estatal de ciências, de forma a preparar-se para a escola de engenharia, seguindo os passos do seu pai. Encontrou tempo, no entanto, para ampliar seu conhecimento lendo várias obras em russo, alemão, inglês e francês, bem como compondo desenhos animados e atuando num grupo de teatro infantil que ele mesmo fundou.


Em 1915, mudou-se para Petrogrado para continuar seus estudos no Instituto de Engenharia Civil, onde seu pai também havia se formado. Por conta própria, ele também estudou arte renascentista e assistiu a produções de vanguarda do teatro de Vsevolod Meyerhold e Nikolai Yevreinov.

O primeiro filme de Eisenstein, o revolucionário "A Greve", foi produzido em 1924, mostrando que arte e política podiam andar juntas. No longa, ele propõe uma nova forma de edição, a "montagem de atrações", em que as imagens são escolhidas arbitrariamente e independente da ação, apresentadas não em seqüência cronológica, mas de qualquer maneira para extrair o máximo de impacto psicológico.


No ano seguinte, com apenas 27 anos, dirige aquele que provavelmente é sua grande obra-prima, "O Encouraçado Potemkin”, filme dos mais importantes da história do cinema. Filmado em apenas dois meses e montado com extraordinário apuro técnico.

Logo depois faz “Outubro”, um filme produzido para as comemorações do décimo aniversário da Revolução de Outubro de 1917, mas lançado apenas em 1928, em virtude de todas as cenas que incluíam a personagem Leon Trotsky, um dos líderes da revolta, terem sido cortadas. Na re-edição do filme as cenas cortadas foram reintroduzidas


Com o sucesso de seus três filmes russos, Eisenstein é convidado pela MGM para trabalhar nos Estados Unidos, onde não se adaptou ao estilo industrial de Hollywood. Resolve então voltar à União Soviética, e é encarregado de filmar Alexander Nevsky, num momento em que os nazistas iniciavam seu projeto de guerra. O filme torna-se mais um clássico do diretor russo, que vai logo depois conceber uma trilogia sobre Ivã IV, "o Terrível". Antes de iniciar a terceira sequência, morre de ataque cardíaco

Fonte: infoescola

Confira a programação e participe.
A entrada é franca.

05 de outubro, às 19h30 – A Greve (1924)

19 de outubro, às 19h30 – Encouraçado Potenkim (1925)

26 de outubro, às 19h30 – Outubro ( 1928)

Local: Clube de Cultura, rua Ramiro Barcelos, 1853.

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A GREVE 1925

No filme “A Greve” (1925) do diretor Sergei Mickhailovitch Eisenstein, podemos evidenciar uma temática social quando, logo após a morte de um trabalhador, acusado injustamente de roubo, uma greve é organizada pela classe de trabalhadores de Moscou. Tendo sido filmado entre julho e outubro de 1924, e montado em dezembro do mesmo ano, as primeiras apresentações do filme aconteceram em março de 1925.


O filme analisa de modo peculiar um processo revolucionário e não apenas uma mera descrição de seus lances. Nessa obra, de acordo com Maria Fernanda, jornalista e historiadora, Eisenstein trabalha com a montagem, o paralelismo e a introdução de imagens simbólicas.
“As montagens sugerem o conceito de metáfora”, afirma. Em um jogo de paralelismo, os animais se tornam peças importantes do filme: as primeiras cenas mostram animais saudáveis e no final, um boi aparece no matadouro como forma de comparar com a morte dos grevistas pelo governo, que também não deixa de representar a classe de trabalhadores.


Os empresários e membros do czarismo são representados de formas estereotipadas, se mantendo fiéis à realidade: bebendo uísque e fumando charutos. Mickhailovitch trabalha com montagens audiovisuais e as seqüências das cenas terminam com um plano de efeito sonoro por meio de características exploradas com objetivos visuais.
Fortemente marcado pela luta capital X trabalho, “A Greve” se trata essencialmente da ascensão da classe trabalhadora sobre o capitalismo. O ideário político de Mickhaillovitch é característico neste filme. Os diretores Russos foram os pioneiros da linguagem, da teoria e da estética cinematográfica, sugerindo e definindo padrões que influenciaram realizadores todo o mundo.


Após a Revolução de 1917, com a criação da União Soviética, as produções cinematográficas se tornaram peças estratégicas para propagandas político-ideológicas. Os filmes desse período eram obras que, não por acaso, exaltavam a força e o heroísmo do povo russo. Produções assim foram financiadas, bastante estimuladas, e amplamente distribuídas pelo Estado.
Eisenstein foi coerente com seu princípio, com sua técnica e com seu tempo e em interface com a Vanguarda Russa.
Abaixo, segue a 1ª parte do filme “A Greve” de Sergei Eisenstein de 1925.


Fonte:
• Mnemocine: http://www.mnemocine.com.br/oficina/eisenstein_maria_fernanda.htm

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Cine Clube de Cultura Ciclo Outubro Vermelho - Sergei Eisenstein e a Revolução Russa - Estréia dia 05/10/2017 - Entrada franca


Ciclo Outubro Vermelho

No ano do centenário da Revolução Russa, o Cine Clube de Cultura exibirá, no mês de outubro, três filmes do cineasta Sergei Eisenstein.

Sergei Mikhailovich Eisenstein (Riga, Letônia, 23 de janeiro de 1898 - Moscou, Rússia, 11 de fevereiro de 1948) foi um professor, pensador, diretor, roteirista e editor russo. Um dos nomes fundamentais na consolidação da linguagem das imagens em movimento, sua obra é até hoje objeto de estudo para todo o admirador e profissional da sétima arte.

Quando jovem, Eisenstein frequentou uma escola estatal de ciências, de forma a preparar-se para a escola de engenharia, seguindo os passos do seu pai. Encontrou tempo, no entanto, para ampliar seu conhecimento lendo várias obras em russo, alemão, inglês e francês, bem como compondo desenhos animados e atuando num grupo de teatro infantil que ele mesmo fundou.

Em 1915, mudou-se para Petrogrado para continuar seus estudos no Instituto de Engenharia Civil, onde seu pai também havia se formado. Por conta própria, ele também estudou arte renascentista e assistiu a produções de vanguarda do teatro de Vsevolod Meyerhold e Nikolai Yevreinov.

O primeiro filme de Eisenstein, o revolucionário "A Greve", foi produzido em 1924, mostrando que arte e política podiam andar juntas. No longa, ele propõe uma nova forma de edição, a "montagem de atrações", em que as imagens são escolhidas arbitrariamente e independente da ação, apresentadas não em seqüência cronológica, mas de qualquer maneira para extrair o máximo de impacto psicológico.

No ano seguinte, com apenas 27 anos, dirige aquele que provavelmente é sua grande obra-prima, "O Encouraçado Potemkin”, filme dos mais importantes da história do cinema. Filmado em apenas dois meses e montado com extraordinário apuro técnico.

Logo depois faz “Outubro”, um filme produzido para as comemorações do décimo aniversário da Revolução de Outubro de 1917, mas lançado apenas em 1928, em virtude de todas as cenas que incluíam a personagem Leon Trotsky, um dos líderes da revolta, terem sido cortadas.

Com o sucesso de seus três filmes russos, Eisenstein é convidado pela MGM para trabalhar nos Estados Unidos, onde não se adaptou ao estilo industrial de Hollywood. Resolve então voltar à União Soviética, e é encarregado de filmar Alexander Nevsky, num momento em que os nazistas iniciavam seu projeto de guerra. O filme torna-se mais um clássico do diretor russo, que vai logo depois conceber uma trilogia sobre Ivã IV, "o Terrível". Antes de iniciar a terceira sequência, morre de ataque cardíaco

Fonte: infoescola

Confira a programação e participe.
A entrada é franca.

05 de outubro, às 19h30 – A Greve (1925)

19 de outubro, às 19h30 – Encouraçado Potenkim (1925)

26 de outubro, às 19h30 – Outubro ( 1928)

Local: Clube de Cultura, rua Ramiro Barcelos, 1853.

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E o Vídeo Levou

O Grupo Dimensão Experimental é apoiador desse evento do Clube de Cultura.

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Documentário indígena Nhemonguetá hoje no Clube de Cultura


Exibição do documentário Nhemonguetá (26 min, 2017), filme etnográfico de Paola Mallmann e Eugênio Barboza

“Mesmo vivendo neste mundo cheio de dificuldades, temos que resistir com essa força”, aconselha a kunhã karai/Laurinda Borges.

O documentário Nhemonguetá revela, em uma abordagem poética, processos de transmissão de conhecimento para o bem viver Mbya Guarani.

A narrativa se aproxima do ver no sonho, mostrando um panorama da cosmovisão indígena. Do cultivo das sementes tradicionais, às experiências na mata, à revelação do nome da pessoa, estes aprendizados são entoados pelas crianças nos mborai, canto-dança.

Estas práticas originárias são reconhecidas como estratégias de resistência, onde as crianças Guarani se fortalecem na contemporaneidade para seguir o caminho apontado por Nhanderu.

Data: 22 de setembro de 2017
Horário: 19h30min
Ingresso sugerido: alimentos que serão doados para as aldeias Guarani
Local: Clube de Cultura, rua Ramiro Barcelos 1853.
O grupo Dimensão Experimental é apoiador dessa iniciativa.

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Cine Clube de Cultura - Ciclo Che Guevara a partir desta quinta dia 14 de setembro.


No ano em que completa 50 anos da morte de Che Guevara, o Cine Clube de Cultura convida a assistir audiovisuais de coleção e debater, com amigos e público interessado, este Ciclo que busca homenagear este guerrilheiro heroico e seu legado revolucionário.

Confira a programação e participe.
A entrada é franca.


14 de setembro, às 19h30 - Che Guevara, donde nunca jamás se lo imaginam, de Manuel Pérez (54min, Cuba, 2004).
Idioma: espanhol, sem legendas.

Documentário “Che Guevara, donde nunca jamás se lo imaginam”, de Manuel Pérez, que mostra a vida intensa e emocionante do lendário argentino-cubano revolucionário Ernesto Guevara, assassinado em 1967, aos 39 anos, na Bolívia, em uma última tentativa de guerrilha para levar adiante a luta por um mundo mais justo. Este documentário traz, de forma resumida, imagens inéditas que mostram a luta de um homem que transcende sua geração e chega, ainda hoje, como uma referência à capacidade de sacrifício, coragem e ternura.


21 de setembro, às 19h30 - Tatu, Che en el Congo, de Jorge Fuentes (54min, Cuba, 2007).
Idioma: espanhol, com legendas em português.
O cineasta cubano Jorge Fuentes destaca momentos pouco conhecidos da vida de Che durante sua estada em terra Africana, quando ele se uniu ao movimento revolucionário de luta armada contra o regime neocolonial belga que assolava em Congo.


28 de setembro, às 19h30 - Ernesto Che Guevara - uomo, compagno, amico, de Luca Iannitti (1h43min, Itália/Cuba, 1995).
Idioma: italiano, com legendas em português

Che Guevara foi um dos protagonistas da história do século XX que, cindo décadas após sua morte, continua mais vivo do que nunca no imaginário coletivo e nas lendas da América Latina, como esperança de libertação para todos os povos oprimidos do mundo. Utilizando raras imagens de arquivo, incluindo todo o material disponível no acervo estatal de Cuba, “Ernesto 'Che' Guevara” é um filme histórico que acompanha todas as etapas da vida desse grande mito: da sua juventude na Argentina à sua trágica morte no interior da Bolívia, passando por sua legendária campanha como revolucionário. Além disso, muitos aspectos de sua vida pessoal são revelados. A trilha do filme é composta por uma coletânea de músicas, latinas e internacionais, dedicadas a Che.

Curtas-metragens e canjas musicais surpresas.

Coleção e curadoria de Laurence West

“O amor é a maior qualidade de um revolucionário.”
Che Guevara

Local; Clube de Cultura, rua Ramiro Barcelos, 1853.

Apoio:
E o Vídeo Levou
Ladeira Livros
Associação José Martí

O grupo Dimensão Experimental é apoiador dessa iniciativa do Clube de Cultura.

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Cine Clube de Cultura - Ciclo Cinema Gaúcho - Antes Que o Mundo Acabe (2009) - Nesta Quinta dia 31/08/2017 - Entrada Franca


Em agosto, o Cine Clube de Cultura apresentará cinco filmes gaúchos de períodos distintos.

Leia-se Ciclo Gaúcho no sentido geográfico, e não estético; pois, independentemente de valor de juízo ou ideológico, são filmes brasileiros.

Começaremos com o primeiro filme sonorizado feito no Rio Grande do Sul, Vento Norte (1951), que teve roteiro do escritor Josué Guimarães e direção de Salomão Scliar.

O segundo filme a ser exibido será Pontal da Solidão (1974), de Alberto Ruschel, baseado no conto de Lima Barreto, O Mau Olhado.

O terceiro e quarto filmes são da década de 1980, os renomados Deu Pra Ti Anos 70 (1981), de Giba Assis Brasil e Nelson Nadotti, e Verdes Anos (1984), de Carlos Gerbase e Giba Assis Brasil.

O quinto e último filme deste ciclo a ser exibido será o da cineasta Ana Luiza Azevedo, Antes que o mundo acabe, de 2009.

O Cine Clube de Cultura acontece nas quintas-feiras (exceto feriados), às 19h30.

Confira a programação e participe!

A entrada é franca.

03 de agosto – Vento Norte (1951, 81min), de Salomão Scliar

10 de agosto – Pontal da Solidão (1974, 88min), de Alberto Ruschel

17 de agosto – Deu Pra Ti Anos 70 (1981, 82min), de Giba Assis Brasil e Nelson Nadotti

24 de Agosto – Verdes Anos (1984, 91min), de Carlos Gerbase e Giba Assis Brasil

31 de agosto – Antes que o mundo acabe (2009, 104min), de Ana Luiza Azevedo
Entrada gratuita

Local: Clube de Cultura, rua Ramiro Barcelos, 1853.
Horário: 19h30min.


ANTES QUE O MUNDO ACABE (2009), 104 min.

Daniel (Pedro Tergolina) é um adolescente de classe média, de 15 anos, que vive com a irmã, Maria Clara, a mãe Elaine (Janaína Kremer) e o padrasto, Antônio (Murilo Grossi) em uma pequena cidade chamada Pedra Grande, no interior gaúcho. O garoto recebe uma carta enviada da Tailândia, de seu pai, um famoso fotógrafo. Daniel está angustiado por viver longe de uma "civilização", que ele conota como um grande centro urbano. Com a carta recebida, ele repensa sua vida e o local onde vive.

Direção: Ana Luiza Azevedo
Produção Executiva: Nora Goulart e Luciana Tomasi
Roteiro: Paulo Halm, Ana Luiza Azevedo, Jorge Furtado e Giba Assis Brasil
Direção de Fotografia: Jacob Solitrenick
Direção de Arte: Fiapo Barth
Direção Musical: Leo Henkin
Direção de Produção: Nora Goulart
Montagem: Giba Assis Brasil
Uma Produção da Casa de Cinema PoA
Elenco Principal:
Pedro Tergolina (Daniel)
Bianca Menti (Mim)
Eduardo Cardoso (Lucas)
Caroline Guedes (Maria Clara)
Eduardo Moreira (Daniel-pai)
Janaína Kremer (Elaine)
Murilo Grossi (Antônio)


Prêmios
* 2º Festival de Paulínia, 2009: Melhor filme (prêmio da crítica), Melhor direção, Melhor fotografia, Melhor direção de arte, Melhor música, Melhor figurino.
* 33ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, 2009: Prêmio Itamaraty (melhor filme brasileiro da mostra)

* 19º Divercine - Festival Internacional de Cinema para Crianças e Jovens - Montevidéu, Uruguai - set/2010 : Grande Premio "Guri", Melhor longa de ficção, Melhor Opera prima (filme de diretor estreante), Prêmio SIGNIS (júri especial).

* 15º SCHLINGEL - Festival Internacional de Cinema para Crianças e Jovens - Chemnitz, Alemanha - out/2010: Grande Prêmio do júri - melhor filme juvenil da competição

* Melhor filme brasileiro de 2010 pela Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA).

* 2º CINECITA - Festival Internacional de Cinema e TV Infantil e Juvenil - Bogotá, Colômbia - maio/2012: Melhor longa-metragem juvenil.


Críticas

"ANTES QUE O MUNDO ACABE trata de afeto, família, globalização, mas principalmente de responsabilidade. Graves questões éticas são colocadas sem que a diretora e seus corroteiristas abram mão da simplicidade."
(Luiz Carlos Merten, Agência Estado, 04/10/2009)


"O comovente e divertido ANTES QUE O MUNDO ACABE, de Ana Luiza Azevedo (...), narra a descoberta do mundo por um garoto de 15 anos que divide com o melhor amigo o amor por uma garota. É um 'Jules e Jim' adolescente, combinando o humor esperto de Jorge Furtado (um dos roteiristas) com a notável delicadeza da diretora."
(José Geraldo Couto, Folha de São Paulo, 17/07/2009)
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq1807200919.htm


"O elenco é harmonioso, visivelmente bem preparado, contribuindo de maneira decisiva para a credibilidade dos personagens e das situações. O resultado é um filme a que se assiste com muito prazer, um sorriso no canto dos lábios, e uma lágrima no canto dos olhos."
(Celso Sabadin, 100% Vídeo, 12/04/2010)
http://www.100video.com.br/Portal/Noticias.aspx?NoticiaID=11232


"É um encantador filme gaúcho, de uma veterana realizadora de curtas que acabou de dirigir uma série para a HBO. (...) É rural (feito no Sul, onde os campos são verdes e tudo fica muito mais fotogênico), romântico, alegre e muito agradável de ver. (...) Uma delícia. Recomendado."
(Rubens Ewald Filho, 13/05/2010)
http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/2010/05/13/estreia-antes-que-o-mundo-acabe/


Fonte: Casa de Cinema de Porto Alegre http://www.casacinepoa.com.br/os-filmes/distribui%C3%A7%C3%A3o/longas/verdes-anos

Apoio: E O Vídeo Levou, Casa de Cinema de Porto Alegre e Grupo Dimensão Experimental

Realização Clube de Cultura

O grupo Dimensão Experimental apoia mais essa iniciativa do Clube de Cultura.