segunda-feira, 25 de março de 2019
terça-feira, 29 de janeiro de 2019
Cine Errante nas Quartas Culturais do Monchito - Chappaqua - dia 30/01/2019
Amanhã dia 30 de janeiro, vai acontecer mais uma edição do Cine Errante nas Quartas Culturais do Monchito Bar, rua Felipe Camarão, 268 com chope duplo dás 18h30min ás 21 h e entrada franca.
Chappaqua é um filme de drama americano de 1967, escrito e dirigido por Conrad Rooks. O filme é baseado nas experiências de Rooks com o vício em drogas e inclui aparições de William S. Burroughs, Swami Satchidananda, Allen Ginsberg, Moondog, Ornette Coleman, Os Fugs e Ravi Shankar.
Sinopse
Acolhido com reações vibrantes e eufóricas na Mostra de cinema de Veneza em 1966, Chappaqua: Almas Entorpecidas é o primeiro filme, em grande parte autobiográfico, de Conrad Rooks - poeta, escritor e aluno de L. Strasberg no Actor Studio. O protagonista é o Sr. Harwick, um escritor devotado às drogas e típico personagem do meio cultural dos anos 60 - subversivo, intelectual, experimental e altamente entorpecido.
Harwick deixa Nova Iorque e vai à Paris para se desintoxicar numa clínica. Aproveitando as suas últimas horas de liberdade, perambula pelas ruas e bares, totalmente entregue às suas alucinações. Esta pequena obra-prima do cinema underground americano, nos brinda com um incrível elenco de figurões da nata cultural daquele período: os escritores da "beat generation" William S. Burroughs e Allen Ginsberg, os músicos Ravi Shankar, Ornette Coleman e o ator francês Jean Louis Barrault.
Chappaqua
Data de lançamento 1966 (1h 22min)
Direção: Conrad Rooks
Elenco: Jean-Louis Barrault, Conrad Rooks, William S. Burroughs mais
Gênero Outros
Nacionalidades EUA, França
Local: Monchito Bar, rua Felipe Camarão, 268
Horario: 19h
Chope Duplo dás 18h30min. as 21h
Apoio: E O Vídeo Levou e grupo Dimensão Experimental
segunda-feira, 21 de janeiro de 2019
Cine Errante The Monkees Head - nas Quartas Culturais do Monchito - dia 23/01/2019
Nesta próxima quarta feira, dia 23 de janeiro de 2019, às 19h, vai acontecer a exibição de mais um filme do projeto Cine Errante nas Quartas Culturais do Monchito Bar com o filme Head - Os Monkees estão Soltos ( título em português) com entrada franca e chopp duplo das 18h30min às 21h.
SINOPSE E DETALHES
Fugindo para lugar nenhum, Micky Dolenz, Davy Jones, Michael Nesmith e Peter Tork, conhecidos como os Monkees, discordam com quase tudo que os rodeia e tentam achar uma maneira de escapar da opressão que sentem. Uma viagem psicodélica e surreal baseado em todos os gêneros de filmes que descrevem a busca da banda por um significado da vida.
Data de lançamento 1968 (1h25min)
Direção: Bob Rafelson
Elenco: Peter Tork, Davy Jones, Micky Dolenz mais
Gêneros Comédia , Musical, Fantasia
Nacionalidade EUA
Apoio: E O Vídeo Levou e grupo Dimensão Experimental
Realização: Monchito Bar, rua Feipe Camarão, 268
ENTRADA FRANCA
CHOPP DUPLO das 18h30min às 21h
segunda-feira, 10 de dezembro de 2018
Repo Man no Cine Errante das Quartas Culturais do Monchito dia 12/12/2018
Nesta quarta feira dia 12/122/2018, vai acontecer mais uma sessão do Cine Errante nas Quartas Culturais do Monchito Bar com o filme Repo Man. Dás 19h ás 21 horas tem chope duplo durante a sessão.
Sinopse
Em Los Angeles um jovem é contratado para trabalhar como repo man (repossessor), ou seja, sua função é recuperar carros que não foram integralmente pagos. Em uma de suas missões acaba se envolvendo com um cientista louco, que roubou quatro alienígenas de uma base americana e os colocou na mala do seu carro. Quando uma pessoa abre a mala, simplesmente se desintegra.
Repo Man 1984 (1h 32min)
Direção: Alex Cox
Elenco: Harry Dean Stanton, Emilio Estevez, Tracey Walter mais
Gêneros Ação, Ficção científica
Nacionalidade EUA
Local: Monchito Bar, rua Felipe Camarão, 268.
Horário: 19h
Apoio: Dimensão Experimental e E O Vídeo Levou
Realização: Monchito
segunda-feira, 26 de novembro de 2018
Processo Intuitivo de Klaus Farina na Cúpula do Planetário, dia 2 de dezembro, às 20h. Marcando o retorno das atividades do grupo Dimensão Experimental com nova formação.
PROCESSO INTUITIVO DE KLAUS FARINA
Processo Intuitivo é um trabalho solo, uma sequência do projeto Música, Cinema e Memória do grupo Dimensão Experimental, do qual o músico e compositor Klaus Farina e Alvaro Sabóia são membros integrantes originais.
O Processo Intuitivo pretende, por meio de música intuitiva autoral, apresentar um resgate e uma releitura da linguagem do cinema silencioso, performando filmes experimentais pouco conhecidos do grande público.
Cinema mudo com música autoral ao vivo na cúpula do Planetário, dia 2 de dezembro às 20h. Todas as composições são de autoria de Klaus Farina apresentando a nova formação do grupo Dimensão Experimental agora com Klaus Farina, Alvaro Sabóia e Renata Veleda. Entrada R$ 5,00 ou 1 kg de alimento não perecível.
Klaus Farina - Teclados/Guitarra/Flauta, Percussão, Programação, Produção e Arranjos
Participações especiais: Renata Veleda – Vocalize e Alvaro Sabóia – Gaita de Boca
Nesta apresentação, serão musicados ao vivo os seguintes filmes:
Unglassed windows cast a terrible reflection (EUA, 1953, 29min10), de Stan Brakhage
Uma anatomia da violência. Seis jovens, quatro rapazes e duas moças viajando num carro em uma estrada deserta. Há uma rivalidade entre dois caras para uma das moças. Em uma estrada remota, o carro para próximo às ruínas de uma antiga mineradora. O motorista sai a pé tentando pegar carona até a localidade mais próxima para buscar ajuda no conserto do carro. Liderados pela moça que despertou a rivalidade entre os dois rapazes, os outros caminham em direção aos prédios abandonados da mineradora. Um dos três rapazes senta e lê. A moça que lidera o grupo explora o edifício e vê algo que a assusta. Ela grita; os dois rivais e a segunda moça correm para encontrá-la. Ela diz algo que provoca uma briga entre seus dois pretendentes. O rapaz com o livro se afasta desapontado com a reação dos dois amigos. O que se segue são momentos angustiantes que leva a um clímax. Neste trabalho, Brakhage explora de maneira experimental as possibilidades psíquicas que um filme em preto e branco pode expressar por meio de uma trama em que o suspense emerge a cada instante, fazendo uso competente de ângulos da câmera em contraste com as sombras, em grande estilo.
Polychrome Fantasy (CAN, 1935, 2min51), de Norman McLaren
Poema fílmico silencioso, em que o cineasta divide a tela em duas partes e experimenta, de maneira criativa e divertida, a performance de quatro bailarinas na parte inferior da tela e, na parte superior, uma sobreposição de imagens animadas. Tudo com diferentes texturas de cores pintadas sobre a película, que mudam frequentemente durante a dança.
Limite (BRA, 1931 fragmento de 10 min.) de Mario Peixoto
Em um barco à deriva, três pessoas em estado de absoluta desolação (um homem e duas mulheres, que os caracteres iniciais apresentam como homem 1, mulher 1 e mulher 2). O filme narrará às estórias de desamor e desamparo destes três personagens.
Estória da mulher um : após um rompimento amoroso, ela parte, em um trem, para uma outra cidade onde irá trabalhar como costureira. O desenrolar da narrativa sugere, por meio de um recorte de jornal, que a moça fugira da cadeia com a ajuda de um carcereiro. Por este motivo, tornará a ir embora.
Estória da mulher dois : Ao chegar em casa encontra o marido (um pianista que toca no cinema acompanhando a exibição dos filmes), dormindo alcoolizado no alto da escada. Abandona a cesta de peixes que trouxera da vila de pescadores e sai para a rua, onde encontra um homem (seu amante ?) com o qual troca algumas palavras (não há letreiros nessa parte) e segue para beira-mar onde, do alto de um monte rochoso lhe ocorrerá a ideia de suicídio.
História do homem 1 : Casado, o jovem mantém um caso extraconjugal com uma mulher também casada. Após a morte desta, vem a saber, da boca do marido traído, no cemitério onde ela está enterrada, que a mulher era ‘morphética’, ou seja, leprosa. Temendo represálias, o jovem mergulha num sentimento de culpa, medo e desespero.
Pas de deux (CAN, 1968, 10min4), de Norman McLaren
O processo básico de construção do discurso fílmico utilizado por Norman McLaren, em Pas de Deux, já havia sido utilizado em Canon, com o uso da optical printer na repetição de imagens no espaço do mesmo enquadramento. Em Pas de Deux, McLaren registra os movimentos de dois bailarinos vestidos de branco contra um fundo negro, iluminados lateralmente de forma tangencial, em película de alto-contraste, a uma velocidade de 48 fotogramas por segundo, a fim de dar um leve efeito em câmera lenta.
Entrada R$ 5,00 ou 1 kg de alimento não perecível.
Local: Av. Ipiranga, 2000.
Horário 20h.
Apoio: Dimensão Experimental e E o Vídeo Levou.
Realização Planetário.
Shaft no Cine Errante nas Quartas Culturais do Monchito de 28/11/2018, ás 19h
Nesta quarta feira dia 28 de novembro, no Monchito Bar, rua Felipe Camarão, 268, vai acontecer mais uma edição do Cine Errante com o filme Shaft de 1971 ás 19h. Durante a exibição do filme dás 19h ás 21h tem chope duplo.
Shaft é um filme norte-americano do gênero blaxploitation de 1971 dirigido por Gordon Parks e estrelado por Richard Roundtree. Trata-se de um filme de ação com elementos do film noir, Shaft conta a história de um detetive negro, John Shaft, que viaja através do Harlem e se envolve com a máfia italiana a fim de encontrar a filha desaparecida de um mafioso negro.
O elenco conta com Richard Roundtree como John Shaft, Moses Gunn como Bumpy Jonas, Charles Cioffi como Vic Androzzi entre outros. O filme foi adaptado por Ernest Tidyman e John DF Black do romance de mesmo nome de 1971 escrito pelo próprio Tidyman.
O filme é um ótimo exemplo do gênero blaxploitation. O álbum da trilha sonora de Shaft, gravado por Isaac Hayes, também foi um grande sucesso, tendo a música "Theme from Shaft" ganhado o Oscar de melhor trilha sonora original de 1972.
Isaac Hayes
Shaft
Estados Unidos
1971 • cor • 100 min
Direção Gordon Parks
Produção Joel Freeman
Elenco Richard Roundtree, Moses Gunn, Charles Cioffi
Gênero Policial
Música Isaac Hayes
Lançamento 2 de julho de 1971
Idioma Inglês
Cine Errante - Shaft
Local: Monchito Bar, rua Felipe Camarão, 268.
Horario: 19h.
Realização: Monchito Bar
Apoio: E O Vídeo Levou e Dimensão Experimental.
terça-feira, 13 de novembro de 2018
Processo Intuitivo de Klaus Farina dia 21/11/2018 nas Quartas Cultuais do Monchito Bar
Na quarta-feira, dia 21/11/2018, tem mais uma edição das "Quartas Culturais do Monchito" com a apresentação do projeto Processo Intuitivo do músico e compositor Klaus Farina, membro do grupo Dimensão Experimental, que está em fase de reformulação com uma nova formação.
PROCESSO INTUITIVO DE KLAUS FARINA
Processo Intuitivo é um trabalho solo, uma sequência do projeto Música, Cinema e Memória do grupo Dimensão Experimental, do qual o músico e compositor Klaus Farina e Alvaro Sabóia são membros integrantes.
O Processo Intuitivo pretende, por meio de música intuitiva autoral, apresentar um resgate e uma releitura da linguagem do cinema silencioso, performando filmes experimentais pouco conhecidos do grande público.
Música composta, produzida e arranjada por: Klaus Farina - Teclados/Guitarra/Flauta, Percussão e Programação
Participações especiais: Renata Veleda – Vocalize e Alvaro Sabóia – Gaita de Boca
Nesta apresentação, serão musicados ao vivo os seguintes filmes:
Unglassed windows cast a terrible reflection (EUA, 1953, 29min10), de Stan Brakhage
Uma anatomia da violência. Seis jovens, quatro rapazes e duas moças viajando num carro em uma estrada deserta. Há uma rivalidade entre dois caras para uma das moças. Em uma estrada remota, o carro para próximo às ruínas de uma antiga mineradora. O motorista sai a pé tentando pegar carona até a localidade mais próxima para buscar ajuda no conserto do carro. Liderados pela moça que despertou a rivalidade entre os dois rapazes, os outros caminham em direção aos prédios abandonados da mineradora. Um dos três rapazes senta e lê. A moça que lidera o grupo explora o edifício e vê algo que a assusta. Ela grita; os dois rivais e a segunda moça correm para encontrá-la. Ela diz algo que provoca uma briga entre seus dois pretendentes. O rapaz com o livro se afasta desapontado com a reação dos dois amigos. O que se segue são momentos angustiantes que leva a um clímax. Neste trabalho, Brakhage explora de maneira experimental as possibilidades psíquicas que um filme em preto e branco pode expressar por meio de uma trama em que o suspense emerge a cada instante, fazendo uso competente de ângulos da câmera em contraste com as sombras, em grande estilo.
Polychrome Fantasy (CAN, 1935, 2min51), de Norman McLaren
Poema fílmico silencioso, em que o cineasta divide a tela em duas partes e experimenta, de maneira criativa e divertida, a performance de quatro bailarinas na parte inferior da tela e, na parte superior, uma sobreposição de imagens animadas. Tudo com diferentes texturas de cores pintadas sobre a película, que mudam frequentemente durante a dança.
Limite (BRA, 1931 fragmento de 10 min.) de Mario Peixoto
Em um barco à deriva, três pessoas em estado de absoluta desolação (um homem e duas mulheres, que os caracteres iniciais apresentam como homem 1, mulher 1 e mulher 2). O filme narrará às estórias de desamor e desamparo destes três personagens.
Estória da mulher um : após um rompimento amoroso, ela parte, em um trem, para uma outra cidade onde irá trabalhar como costureira. O desenrolar da narrativa sugere, por meio de um recorte de jornal, que a moça fugira da cadeia com a ajuda de um carcereiro. Por este motivo, tornará a ir embora.
Estória da mulher dois : Ao chegar em casa encontra o marido (um pianista que toca no cinema acompanhando a exibição dos filmes), dormindo alcoolizado no alto da escada. Abandona a cesta de peixes que trouxera da vila de pescadores e sai para a rua, onde encontra um homem (seu amante ?) com o qual troca algumas palavras (não há letreiros nessa parte) e segue para beira-mar onde, do alto de um monte rochoso lhe ocorrerá a ideia de suicídio.
História do homem 1 : Casado, o jovem mantém um caso extraconjugal com uma mulher também casada. Após a morte desta, vem a saber, da boca do marido traído, no cemitério onde ela está enterrada, que a mulher era ‘morphética’, ou seja, leprosa. Temendo represálias, o jovem mergulha num sentimento de culpa, medo e desespero.
Pas de deux (CAN, 1968, 10min4), de Norman McLaren
O processo básico de construção do discurso fílmico utilizado por Norman McLaren, em Pas de Deux, já havia sido utilizado em Canon, com o uso da optical printer na repetição de imagens no espaço do mesmo enquadramento. Em Pas de Deux, McLaren registra os movimentos de dois bailarinos vestidos de branco contra um fundo negro, iluminados lateralmente de forma tangencial, em película de alto-contraste, a uma velocidade de 48 fotogramas por segundo, a fim de dar um leve efeito em câmera lenta.
Local: Monchito Bar, rua Felipe Camarão, 268 (dás 19h ás 21h tem chope duplo - paga 1 e bebe 2)
Horário: 20h
Apoio: E O Vídeo Levou e grupo Dimensão Experimental
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